Dominante: aquele que domina, tem predominância ou exerce influência decisiva. A definição ajuda a traduzir, em parte, o retrospecto recente de Léo Condé contra o Bahia de Rogério Ceni. Há palavras que ganham força quando os números ajudam a sustentá-las, e, no recorte dos confrontos entre os dois treinadores, Condé construiu uma retrospectiva vantajosa, com destaque para o aproveitamento máximo no comando do Remo.
Desde 2024, Condé enfrentou Ceni por três clubes diferentes: Vitória, Ceará e Remo. Ao todo, foram 12 jogos, com cinco vitórias, três empates e quatro derrotas para o treinador. O número de vitórias representa 41,7% das partidas disputadas. Já a soma de vitórias e empates indica que Condé não perdeu em 66,7% dos confrontos.
O retrospecto, no entanto, muda de peso quando dividido por clubes. Pelo Vitória, em 2024, Léo Condé teve vantagem diante do Bahia de Ceni. Foram cinco jogos, com duas vitórias, dois empates e uma derrota, incluindo confrontos pelo Campeonato Baiano, Copa do Nordeste e Brasileirão. Neste recorte, o técnico venceu 40% das partidas e saiu invicto em 80% dos jogos.
